
por Pai Firmino do Congo
Na dificuldade de encarar a vida, é sempre fácil
responsabilizar os outros;
Na dificuldade de se relacionar com os outros, é sempre
fácil olhar os defeitos;
Na dificuldade de amar o próximo, é sempre fácil
escolher a indiferença;
Na dificuldade de competência para ser feliz, é sempre
fácil infelicitar os outros;
Na dificuldade de caráter é sempre fácil o
nivelamento alheio;
Na dificuldade de atitude é sempre fácil condenar o
carma;
Na dificuldade de buscar caminhos retos, é sempre
fácil procurar atalhos;
Na dificuldade de obedecer a ordens, é sempre fácil se
julgar injustiçado;
Na dificuldade de compreender liberdade, é sempre
fácil buscar a libertinagem;
Na dificuldade de lágrimas sinceras, é sempre fácil
o sorriso falso;
Na dificuldade de exercitar a mente, é sempre fácil
obter respostas prontas;
Invariável reconhecer que para as nossas dificuldades,
sempre temos desculpas variadas, mas, para as dificuldades dos
companheiros que nos acompanham no dia a dia sempre temos
condenações.
Por que será que exigimos tanto do outro quando não
lhe suportamos as exigências?
Alguns poderão responder: é o instinto de conservação que fala
mais alto, temos que nos defender!
Então nêgo velho pergunta: que diacho de conservação é essa
que só guarda o que não é bom? Num existe mandinga pior do que
carregar bagagem desnecessária e se suncês tão carregando
egoísmo, vaidade, orgulho e prepotência. Tão é perdendo
tempo!
Mas aí suncês vão dizer: Pai Firmino a natureza não dá
saltos! E eu vou arresponder: concordo com suncês meus fios! Ela num
dá salto, mas, cumpre as funções estabelecidas por Zambi.
Ao invés de suncês querer ser o que não são, procurem ser o
que podem ser meus fios, tenham humildade em tudo que façam e
reconheçam que só aprendendo a vencer suas dificuldades é que
suncês sairão vitoriosos.
Acordem para a vida! Pois, guia nenhum vai fazer o que cabe a suncês
fazerem.
Naruê meu Pai!
Patacori Ogum
Ogunhê!
Na dificuldade de encarar a vida, é sempre fácil
responsabilizar os outros;
Na dificuldade de se relacionar com os outros, é sempre
fácil olhar os defeitos;
Na dificuldade de amar o próximo, é sempre fácil
escolher a indiferença;
Na dificuldade de competência para ser feliz, é sempre
fácil infelicitar os outros;
Na dificuldade de caráter é sempre fácil o
nivelamento alheio;
Na dificuldade de atitude é sempre fácil condenar o
carma;
Na dificuldade de buscar caminhos retos, é sempre
fácil procurar atalhos;
Na dificuldade de obedecer a ordens, é sempre fácil se
julgar injustiçado;
Na dificuldade de compreender liberdade, é sempre
fácil buscar a libertinagem;
Na dificuldade de lágrimas sinceras, é sempre fácil
o sorriso falso;
Na dificuldade de exercitar a mente, é sempre fácil
obter respostas prontas;
Invariável reconhecer que para as nossas dificuldades,
sempre temos desculpas variadas, mas, para as dificuldades dos
companheiros que nos acompanham no dia a dia sempre temos
condenações.
Por que será que exigimos tanto do outro quando não
lhe suportamos as exigências?
Alguns poderão responder: é o instinto de conservação que fala
mais alto, temos que nos defender!
Então nêgo velho pergunta: que diacho de conservação é essa
que só guarda o que não é bom? Num existe mandinga pior do que
carregar bagagem desnecessária e se suncês tão carregando
egoísmo, vaidade, orgulho e prepotência. Tão é perdendo
tempo!
Mas aí suncês vão dizer: Pai Firmino a natureza não dá
saltos! E eu vou arresponder: concordo com suncês meus fios! Ela num
dá salto, mas, cumpre as funções estabelecidas por Zambi.
Ao invés de suncês querer ser o que não são, procurem ser o
que podem ser meus fios, tenham humildade em tudo que façam e
reconheçam que só aprendendo a vencer suas dificuldades é que
suncês sairão vitoriosos.
Acordem para a vida! Pois, guia nenhum vai fazer o que cabe a suncês
fazerem.
Naruê meu Pai!
Patacori Ogum
Ogunhê!
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